terça-feira, 29 de dezembro de 2009
domingo, 27 de dezembro de 2009
Milagre na rua 43!
Milagre na rua 43!
Bom, final de ano Natal e Réveillon, é inegável dizer que não são datas comerciais e extremamente capitalista. Eu mesmo confesso(mesmo sendo católico apostólico romano)que o natal é uma data comercial.Papai Noel foi criado por grandes corporações(do estilo OCP,lembram aquela do RoboCop que controlava Chicago?hahaha,eu to velho) .Mas também não posso negar que o clima é melhor,que se existe mesmo esse lance de "good vibration"(que tanto o meu amigo Max escreve no MSN dele),essas vibrações estão presentes no mundo.É tudo um pouco mais...sei lá doce!O Sol é com menor intensidade(mesmo em pleno verão carioca), o céu é mais azul e por um minuto, só por um minuto você pode se levar por este incrível e ardiloso marketing que é o natal. E por que não,quer dizer por que não usar um pouco de ópio capitalista e quem sabe,acreditar um pouco em um mundo diferente.Vamos ver esse curto momento como umas férias do mundo real.Tem gente que bebe(Eu),que fuma e que se droga...então qual é o problema de acreditar que no próximo ano o mundo possa ficar melhor...
Afinal de ilusão também se vive...
Recomendo você verem o filme
Miracle on 34th Street(1947),talvez com o filme possam entender melhor o que eu digo.
Deixo para vocês um ótimo pensamento do meu favorito.
"Sabemos tão pouco do que estamos a fazer / neste mundo, que eu me pergunto a mim próprio se a própria dúvida não está em dúvida."
Byron
Boas Festas!!!
sábado, 12 de dezembro de 2009
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
The Boxer
July is dressed up and playing her tune
When I come home from a hard days work
And you're waiting there, not a care in the world ...
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Respeitabilidade, posse e vazio...
"Por que a nossa vida é vazia? Embora sejamos muito ativos, embora escrevamos livros e frequentemos o cinema, embora nos divirtamos, amemos e vamos ao escritório, nossa vida é vazia, tedioso, mera rotina. Por que os nossos relacionamentos são tão superficiais, estéreis e sem muito sentido? Conhecemos a nossa vida suficientemente bem para saber que a nossa existência tem muito pouco significado; citamos frases e ideias que aprendemos — o que fulano ou beltrano disseram, o que os mahatmas, os santos mais recentes ou os antigos santos disseram. Se não for um líder religioso, seguimos um líder político ou intelectual, seja Marx, Adler ou Cristo. Somos apenas fitas gravadas que repetem, e damos a esse repetição o nome de conhecimento. Aprendemos, repetimos, e a nossa vida continua extremamente superficial, entediante e repulsiva. Por quê? Por que é assim? Por que atribuímos tanta importância às coisas da mente? Por que a mente veio a se tornar tão importante na nossa vida — quando digo mente refiro-me às idéias, ao pensamento, à capacidade de racionalizar, de avaliar, de sopesar, de calcular? Por que damos uma ênfase tão extraordinária à mente? O que não significa que devamos nos tornar emotivos, sentimentais e melosos. Conhecemos esse vazio, esse extraordinário sentimento de frustração. Por que há na nossa vida essa vasta superficialidade, esse sentimento de negação? Não há dúvida de que só podemos compreendê-lo quando o abordamos por meio da consciência do relacionamento."
Jiddu Krishnamurti