A gente vive reclamando do amor,acho que isso é o assunto mais discutido e divulgado no mundo todo,existem dezenas de filmes lançando aquele bordão famoso,que todos no final deles tudo se resolve,acho que todo mundo tem a sua velha receita da vovó pra escapar das armadilhas do amor,eu que o diga,os roteiristas americanos devem ter vovós muito criativas.
Por que cada filme de amor lança uma teoria e um resultado para o amor ou então alguns assumem literalmente que isso não existe(que eu acho louvável pra uma pessoa admitir que não se regra sentimentos),vide o caso do filme Hitch - Conselheiro amoroso com Will Smith,neste filme o cara desfragmenta e teoriza o amor transformando-o em algo palpável e maleável,como um vidro sendo moldado,mas que no final do filme(depois é claro de toda aquela baboseira cativante hollywoodiana)ele simplesmente confessa que não existe regras,todos tem uma velha receita pra amar,alguns não sabem usar(eu levantando a mão indicando que sou um deles),sou um amante do amor ingênuo,que me lembra outro filme Sabrina(O de 1955 com Bogart e com a bela Hepburn)aquele filme mostra um amor doce e inocente até eu acho bonito,mas nenhum se compara ao Em Algum Lugar do Passado,nossa,aquilo é uma mistura de Tolstoy com Espanca,mas que não fica chato nem exagerado demais...
Enfim todos tentam teorizar ou aprender sobre o amor,um dia vamos curar o cancêr,a aids e viajar pelos planetas,mas nunca iremos entender isso,isso me deixa feliz em tempos de guerra e que as pessoas maquinizam tudo,ao menos uma coisa ainda vai ser de sua forma mais puro e não entendível.
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Um comentário:
Ñ, Felipe, eu ñ vou comentar aqui...
haiuhahahaahiaha
Eu bem já vi esse filme ''Sabrina''!! =P
Caso meu nome não apareça, é a Duda. Dã!
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